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Naice Zulu faz uma observação do estado musical em Angola e manifesta-se contra os “Boicotes” de Big Nelo

O polémico rapper angolano de 33 anos de idade, Naice Zulu, em entrevista ao programa de rádio ‘Jovial Cidade’ e para a ‘Revista Angolana«, fez uma análise do mercado musical nacional e aproveitou para voltar a mencionar nomes de alguns artistas que na sua opinião comportam-se mal.

Durante a sua passagem na rubrica ‘Ouvi dizer’, primeiramente o cantor deixou claro que não se tratam de insultos ou até mesmo implicância, mas, que na qualidade de músico e observador social, sente a necessidade de enfatizar certos assuntos que carecem de uma reflexão social, e que em função disso, sente-se bem quando fala a sobre a realidade de alguns músicos nacionais, que para si são “lobos” com cara de “ovelhas”.
“Eu falo simplesmente a verdade, num ciclo de pessoas onde as algumas estão viciadas e rotuladas a omitir verdades, a dizer mentiras, quem faz frente aos outros falando a verdade é visto como problemático e polémico, e as pessoas simplesmente admiram porque não é costume dos artistas falarem a verdade, eu deixo a minha vida ser a mais transparente possível, mas se me provocarem eu dou em doze triplica” reiterou Naice Zulu.
Ainda sobre o mesmo tema, em entrevista concedida a Revista Angola, o músico falou dos supostos “maus” hábitos dos artistas Extremo Signo e Big Nelo. Ao falar do comportamento de Big Nelo, primeiramente reconheceu que respeita a sua persistência, mas, considera a sua produtora B26, um mal desnecessário, devido a estratégia de liderança do responsável, pois, para si, Big Nelo não consegue competir de forma justa, por sua vez lidera o mercado, mas a boicotar o trabalho dos outros artistas.
“Por mais que vais liderar o mercado não há necessidade de boicotar outros trabalhos, é necessário levar em consideração a competição, é muito importante para desenvolver novas tendências, ter outras perspectivas e enfrentar novos desafios. Big Nelo apoia pessoas influentes para ofuscar artistas novos, não se entende que nos últimos dez anos em Angola o top das elites de angola é feito das mesmas pessoas com talentos”, disse o cantor
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