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4 de agosto de 2017

Jovem acusado de homicídio espancado até à morte no cemitério de Viana

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Um jovem foi espancado até à morte, ontem, no cemitério de Viana. Tudo aconteceu quando, à mesma hora, se cruzaram dois cortejos fúnebres à porta do cemitério. De acordo com Cristóvão Vicente, uma das testemunhas do crime, o jovem, que acompanhava um dos funerais, foi reconhecido por integrantes do outro cortejo como sendo o assaltante e causador da morte do falecido que iam a enterrar.
O suposto assaltante e homicida terá chegado ao cemitério com a mota roubada ao falecido no princípio da semana.
"Quando viemos depositar os restos mortais do meu primo, que perdeu a vida num assalto na via pública em que lhe foi roubada a moto, vimos chegar o assaltante, montado na moto que lhe roubou", conta Cristóvão Vicente.
"O pessoal que nos acompanhou ao cemitério, quando viu a moto do meu falecido primo, começou a agredir o homicida, que não teve escapatória porque era muita gente a agredi-lo e em cima dele", acrescenta.
Cristóvão Vicente disse ainda que, durante a agressão, o jovem clamava por ajuda e refutava o crime: "Ele gritava que não roubou nem matou ninguém. Por causa daquele sentimento de perda de um ente querido ninguém deu ouvidos ao que o jovem dizia. Foram pedras, ferro, bloco e chaves de rodas para cima da vítima", explicou.
"Tentei ligar para a polícia várias vezes, mas infelizmente ninguém atendeu. Também não demorou muito tempo para o jovem morrer por causa das agressões", lamenta.
O inspector-chefe Mateus Rodrigues, porta-voz do Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional (PN), contactado pelo Novo Jornal Online, disse que este caso configura um crime particular e que só teria sustentação se o Comando Provincial de Luanda da Policia Nacional recebesse queixa específica. "Nós não tivemos conhecimento desta ocorrência", declarou.
"Quando acontecem coisas deste género torna-se complicado, porque são muitas pessoas envolvidas e não temos como identificar o autor do crime", acrescentou.
Este responsável do Comando Provincial garante que "a Polícia Nacional tem apelado à população para que não se faça justiça pelas próprias mãos, mas infelizmente muitos cidadãos insistem em continuar com esta prática."


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