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Primeira rainha da bateria africana do carnaval do Rio de Janeiro é angolana [Saiba Mais...]

Carmen Mouro é a primeira africana a desfilar como Rainha de Bateria da Mocidade Independente e foi coroada este Sábado na quadra da escola
O samba é considerado o principal género musical brasileiro, mais especificamente vinculado ao Rio de Janeiro. A sua origem está ligada aos antigos batuques levados por nós africanos. E para dar mais tempero à mistura que marca a cultura, o Carnaval do Rio de Janeiro 2017 ganha um destaque que promete aquecer com muito samba, alegria e vibração que Angola tem como características, reforçando os  laços entre Brasil e Angola.
Conforme descreve o comunicado de imprensa,  A escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel é uma das escolas de samba com mais vitórias no Carnaval do Rio de Janeiro, com cinco títulos.
Carmen substituiu a cantora Cláudia Leitte, numa escola que já teve majestades como Monique Evans, Viviane Araújo e Elza Soares ocupando a cobiçada vaga de Rainha de Bateria.
A empresária angolana que está à frente de clínicas de estética, no ano passado desfilou como rainha da escola de Samba de São Paulo, Pérola Negra, onde ganhou notoriedade e acabou por ser convidada para o posto actual (rainha da bateria) na escola de samba do Carnaval do Rio de Janeiro.
A Mocidade tem como enredo para o Carnaval de 2017: "As mil e uma noites de uma Mocidade prá lá de Marrakech", onde valoriza o aspecto cultural do país, através das histórias e lendas do deserto.
A escola sonha em fazer a caravana da Mocidade atravessar o deserto do Sara deixando uma mensagem de tolerância e respeito às diferenças, temas tão raros no mundo de hoje. O enredo foi idealizado pelo ex-jurado do Grupo Especial e professor André Luís Júnior. O tema será desenvolvido pelos carnavalescos Alexandre Louzada e Edson Pereira.
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