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Bailarinos de Anselmo Ralph foram descobertos pelo pai e contam agora a sua história [Saiba Mais...]

Carlos Libório, Assna Flow, Mauro Gama e Airton Flow. O palco que dividem com Anselmo Ralph é o seu mundo, um Universo em que o espectáculo só o é porque há quem salte, gire e dance como se não houvesse amanhã, dando corpo à música. Mas, afinal, quem são estes bailarinos?
Há sete anos que o amor pela dança uniu os quatro rapazes, antigos meninos que sonhavam em ser conhecidos como bailarinos e fazer carreira com o dom com que nasceram. Do sonho à realidade, contudo, houve um chão duro sobre o qual tiveram de andar (ou dançar).
“O nosso percurso para hoje cá estarmos não foi fácil. Demos aulas de dança, em uma escola criada por nós, com nome de B-dance. Participámos em muitos concursos e em eventos de "freestyle", com a crença de que um dia iríamos viver da dança", relembram.
Antes sequer de serem descobertos pelo senhor Leal Cordeiro, pai de Anselmo, o grupo já se destacava em concursos de dança. Um dos momentos mais empolgantes foi quando a ONU realizou na Cidadela Desportiva um concurso feito à medida para os quatro, alcançando a vitória na categoria de "Melhor escola de Dança", com direito a certificado assinado por Nelson Mandela. Não é para todos.
"Participar neste concurso foi interessante, porque houve muita troca de experiência. Estiveram cá os bailarinos do filme norte-americano Street Dance, e para nós foi muito especial”, referiu um dos elementos do grupo, Carlos Libório.
Depois de muitas horas, dias, semanas e meses em ensaios e outras competições de dança, decidiram que tinha chegado o momento de lutarem para se tornarem dançarinos do Anselmo Ralph.
Um sonho que se tornou realidade com a ajuda do pai do artista, que gostou de vê-los num espectáculo televisivo. ”Depois de o senhor Leal nos ver, ele tirou o nosso contacto e fez a proposta. Em 2009, participámos num espectáculo do Anselmo, convidados pelo próprio pai, e tivemos a aprovação dele. “Já estamos com ele há seis anos”, diz Assna Flow.
A fazer o que tanto amam, deixam um conselho para os bailarinos que pensam em fazer o mesmo e seguir uma carreira musical. “Nós devemos lutar sempre por aquilo que acreditamos. É uma das coisas que nos fez chegar até aqui, porque desistir não é bom, principalmente quando há talento”, aconselha Mauro Gama.
E há mais alguma dica a não esquecer? “Ter inspiração não é imitar. Devemos ser sempre originais, para não perder o foco”, acrescenta.


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